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Sete cidades do Piauí têm famílias desalojadas por causa de enchentes

De acordo com o Instituto de Desenvolvimento do Piauí, os municípios de Barras, José de Freitas, Piripiri, Cabeceiras, Batalha, Lagoa Alegre e Esperantina estão em situação de enchente.

12/03/2020 às 07h53
Por: Fonte: G1
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Reprodução
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Sete cidades do Norte do Piauí têm pessoas desabrigadas por enchentes causadas pelas cheias dos rios que cortam a região. De acordo com o Instituto de Desenvolvimento do Piauí (Idepi), os municípios de Barras, José de Freitas, Piripiri, Cabeceiras do Piauí, Batalha, Lagoa Alegre e Esperantina estão em situação de enchente.

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Além deles, as cidades de Buriti dos Lopes, São José do Divino e Caxingó apresentam “risco alto” de entrar para a lista, segundo a Defesa Civil. A cidade de Luzilândia apresenta “risco moderado”.

Entretanto, segundo Geraldo Magela, diretor do Idepi, o risco pode retroagir. “Acredito que, por enquanto, vai diminuir, já que as águas do rio Parnaíba já estão baixando um pouco em Teresina”, comentou.

Em Esperantina, 400 famílias foram atingidas pelas enchentes, entre desalojados e desabrigados, e a passarela de acesso à Cachoeira do Urubu foi interditada. Em Piripiri, onde a situação é mais grave, cerca de 500 famílias já foram atingidas, segundo relatório do Governo do Estado.

Em Lagoa Alegre e José de Freitas famílias estão isoladas por conta das enchentes.

Barras

A Prefeitura de Barras, a 127 km da capital, decretou estado de emergência por conta das inundações que aconteceram na cidade. Segundo a Defesa Civil, 50 famílias foram desalojadas depois que as águas do rio Marataoan invadiu suas casas. Duas escolas foram esvaziadas para abrigar as famílias desalojadas.

De acordo com a Defesa Civil, o Rio Marataoan ultrapassou em 76 cm a cota de inundação. A cidade é banhada ainda pelo rio Longá, que também está na mesma situação.

Pelo menos 10 bairros ficaram alagados. Além das escolas, prédios públicos também estão sendo esvaziados para abrigar famílias, e o número de desalojados pode aumentar nos próximos dias.

No bairro Floresta, 14 casas estão praticamente inundadas, mas quatro famílias resistem em sair do local. No bairro Xique-Xique, um posto de saúde suspendeu as atividades, porque o acesso ao prédio está alagado.

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