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CRIANÇA NÃO RESISTIU

Adolescente dá à luz no banheiro e tenta se livrar de bebê pela descarga

Caso aconteceu em Cuiabá; a polícia investiga se ação da mãe resultou na morte do bebê

31/08/2019 11h26
Por: Redação Portal C7
Fonte: O livre
Reprodução
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Uma adolescente de 16 anos deu à luz a um bebê na manhã de sexta-feira (30/08) dentro do banheiro de casa. A família, que mora no Bairro Alto da Boa Vista, em Cuiabá, não sabia que ela estava grávida. Desesperada, a garota deu descarga no vaso sanitário com o bebê dentro.

Conforme informações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a jovem levou a gravidez até o final, ou seja, o bebê estava completamente formado. Ele, no entanto, não resistiu.

A polícia foi acionada no Hospital Santa Helena, para onde a garota e o bebê, já sem vida, foram levados por volta das 9h da manhã.

A criança chegou em uma caixa de papelão, dentro de uma sacola plástica.

O recém-nascido e a adolescente estavam acompanhados da mãe – avó do bebê. No hospital, elas disseram que a garota teria sofrido um suposto aborto em casa.

Aos policiais, a avó contou que desconfiou da demora da menina no banheiro. Após horas de espera e ouvindo uma sequência de descargas no vaso sanitário, ela resolveu arrombar a porta.

A surpresa veio quando ela encontrou a filha sentada no vaso sanitário, com a água transbordando no chão. Quando a adolescente se levantou, a mulher viu o corpo de um bebê boiando na água.

Segundo a avó, ela não sabia que a filha estava grávida, pois a adolescente não apresentava nenhuma característica. Ela sustentou que, assim que soube da situação, correu com a filha e o neto para o hospital.

O corpo do recém-nascido foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para realização de necrópsia. A avó foi levada para a delegacia, para prestar depoimento. A mãe do bebê precisou ficar internada sob observação.

A equipe médica que atendeu o caso disse que o recém-nascido já estava com cerca de 40 semanas, o que equivale a aproximadamente nove meses de gestação.

A DHPP vai investigar se o bebê já nasceu sem vida ou se morreu em decorrência da ação da mãe, logo após dar à luz.

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