
Maycon Douglas Lima de Castro, de 27 anos, foi acordado na manhã do último sábado (1º/06) com a notícia de que o filho, Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, havia sido brutalmente assassinado na noite anterior.
Enquanto dormia, a criança foi morta pela mãe, Rosana Auri da Silva Candido, com ajuda da companheira dela, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, 28 anos. Ambas confessaram o crime e estão presas.
Segundo a polícia, depois de matarem Rhuan a facadas, as mulheres esquartejaram a criança e tentaram queimar partes do corpo na churrasqueira da casa onde moravam. Houve também tentativa de se desfazerem do cadáver colocando pedaços em uma mala e duas mochilas.
Os restos mortais de Rhuan foram localizados em dois endereços: no lote onde a mãe e a companheira dela moravam, na QR 619 de Samambaia (DF), e na via pública da QR 425, em frente à creche Azulão, onde Rosana largou a mala. Ela foi vista por pessoas que estavam em um campo de futebol: desconfiadas da atitude da mulher, tarde da noite, as testemunhas acionaram a polícia.
“Quando vi as fotos delas [das acusadas], eu não queria acreditar”, disse Maycon, por telefone, ao Metrópoles. Foi a primeira vez que ele comentou a perda brutal do filho. O pai soube do crime na manhã deste sábado, quando acordou. “Eu não queria acreditar. Pensei que era mentira”, resumiu.
Desempregado, o pai do menino ainda não sabe como vai fazer para viajar para o Distrito Federal e cuidar da liberação e sepultamento do corpo. Entre momentos de silêncio seguidos por soluços, Maycon Douglas contou à reportagem como a família dele fez buscas pela criança, levada pela mãe em 2015. “A gente postava no Facebook fotos e as pessoas indicavam onde ele estava. Tentamos salvar o Rhuan”, garantiu.
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