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Menino de 7 anos é agredido pelo padrasto no PI porque ‘não lavou as louças direito’

Delegado tomou as providências cabíveis e criança foi realocada para casa de familiares.

24/11/2017 às 05h33
Por: Fonte: G1
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Escola notou inchaço na boca do menino e acionou Conselho Tutelar (Foto: Divulgação / Conselho Tutelar)
Escola notou inchaço na boca do menino e acionou Conselho Tutelar (Foto: Divulgação / Conselho Tutelar)

 

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Uma criança de 7 anos foi agredida pelo padrasto no município de São José do Peixe, a 353 km de Teresina, nessa quarta-feira (22). De acordo com o Conselho Tutelar, o homem teria alegado que a agressão aconteceu porque o menino ‘não lavou as louças direito’. O caso foi encaminhado para a Delegacia do município de Floriano.

 

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“Ele chegou à escola e estava chorando muito. A professora perguntou o que ele tinha e ele disse que a boca dele estava doendo. Ela levou ele para a diretoria e conversaram com ele, que contou que o padrasto dele tinha acordado ele cedo e colocado ele para a lavar a louça do jantar”, contou o conselheiro Jouane Camelo.

 

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O conselheiro contou ainda que a agressão aconteceu quando o padrasto avaliou como o menino tinha realizado a tarefa. “Ele achou que a criança não tinha lavado direito, que a louça ainda estava suja e foi aí que começaram as agressões. A diretora ouviu tudo e acionou o Conselho”, afirmou Jouane Camelo.

 

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Ao tomar conhecimento, o Conselho Tutelar acionou a Polícia Militar, que conduziu o padrasto para a delegacia. Em depoimento, o homem admitiu a agressão. “Ele disse que mandou a criança lavar a louça, ela lavou mal lavada e ele deu um tapa na boca da criança”, revelou o delegado Júlio Castro.

 

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Padrasto foi liberado e menino está com familiares

 

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Segundo o delegado, o menino foi primeiro encaminhado para o médico para exame de corpo de delito e o laudo atestou que as lesões foram leves. Foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra o padrasto e ele foi liberado com a promessa de que vai comparecer a audiência na Justiça.

 

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O Conselho Tutelar informou que solicitou junto ao promotor da comarca de Floriano que o menino não voltasse para a residência da mãe, onde o padrasto mora. “Ele está na cada da avó dele, que mora em outra cidade. Estamos fazendo um relatório que será encaminhado para o promotor e ele deverá tomar as devidas providências”, finalizou Jouane Camelo.

 

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