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Jornalista Silas Freire denuncia perseguição política após operação da Polícia Civil do Piauí

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14/10/2025 às 11h52
Por: Diogo Costa
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Reprodução
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O jornalista e apresentador de TV Silas Freire afirmou nesta segunda-feira (14) estar sendo alvo de retaliação política após críticas feitas ao Governo do Estado. Em nota divulgada à imprensa, ele denunciou que a Polícia Civil realizou uma operação de busca e apreensão na empresa de logística onde seu filho, Stanley Freire, atua como executivo, além de cumprir mandados na residência dele e de funcionários.

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Segundo Silas, a ação teria sido motivada por uma suposta movimentação financeira identificada pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), mas ele sustenta que a operação não tem qualquer relação com a Prefeitura de Teresina nem com o prefeito Dr. Pessoa.

“Desde que passei a criticar o Governo do Estado, tornei-me alvo de retaliações. Primeiro, fui demitido da televisão onde trabalhava, claramente por pressão política. Agora, o governo usa a máquina pública para tentar me intimidar, investigando não apenas a minha vida, mas também a da minha família”, declarou Silas Freire.

O jornalista ainda destacou que a operação teria ocorrido no mesmo dia de outra ação policial envolvendo uma sobrinha do prefeito Dr. Pessoa, o que, segundo ele, foi uma tentativa de “confundir a opinião pública e criar uma falsa associação”.

Silas Freire afirmou que, mesmo após os depoimentos e a colaboração com as autoridades, nenhuma prova ou indício foi encontrado, e classificou a ação como “uma tentativa de calar um jornalista incômodo”.

 “Cada adulto da minha família responde pelos seus próprios atos. Stanley Freire tem CPF próprio, é responsável pela sua vida e pelos atos da empresa que dirige. Eu respondo pelos meus atos, e minha conduta já foi vasculhada de ponta a ponta — e nada encontraram, porque não há o que encontrar”, disse.

Encerrando a nota, Silas Freire reafirmou que não se deixará intimidar:

“Podem usar toda a estrutura do Estado, podem tentar me calar com perseguições e operações, mas eu não recuo. Sou jornalista. E jornalista não se cala diante do poder.”

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