
Praticamente isolados, eles aguardam desde 2011 para a conclusão de 78 quilômetros de rodovia asfaltada e uma ponte, que facilitaria o acesso ao município, prejudicado principalmente no período chuvoso.
Por enquanto, os moradores têm à disposição apenas a estrutura de concreto da ponte. Mas sem a conclusão dos acessos, quem precisa atravessar ou se arrisca pelo leito do riacho em veículos maiores, ou sobe de escada na estrutura e atravessa a pé até o outro lado.
Entrevistado pela reportagem, o servente Antônio Cirino, que está usando muletas após uma cirurgia, lamentou o trajeto cansativo e perigoso. "É muita falta de respeito com o cidadão", pontuou.
Ao Jornal Nacional, o governo do Estado diz que a obra foi interrompida por falta de recursos, e não deu prazo para a conclusão dos trabalhos.
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