
A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou nesta quarta-feira, por unanimidade, um pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o juiz federal Sergio Moro fosse declarado suspeito para julgar o petista em um processo da Operação Lava Jato.
Na ação, que chegou ao TRF4 em novembro de 2017, os advogados de Lula alegavam que, por uma série de atos praticados por Moro em dois processos da Lava Jato, o do tríplex do Guarujá e o do apartamento de São Bernardo do Campo (SP), o magistrado perdeu a imparcialidade para julgar Lula na ação penal referente ao sítio Santa Bárbara, em Atibaia.
O ex-presidente é réu no processo por supostamente ter recebido 1 milhão de reais em propina das empreiteiras Odebrecht, OAS e Schahin, por meio de reformas e benfeitorias na propriedade. Oficialmente, o sítio está em nome dos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, próximos da família do ex-presidente, que frequentava o local.
Para o relator da Lava Jato na segunda instância, desembargador João Pedro Gebran Neto, as alegações da defesa de Lula já foram “exaustivamente analisadas” pela 8ª Turma do TRF4 em outras ações de suspeição movidas por ele contra Moro. Os desembargadores Leandro Paulsen e Victor Laus, que completam a composição do colegiado, seguiram o voto de Gebran.
Deputado Estadual Ao lado do governador, Fábio Xavier participa de solenidade pelos 204 anos da Independência do Piauí
Governador “Foi uma lapada essa eleição”, diz Rafael Fonteles ao comentar vitória de Lula em Teresina
Eleições Lula vence em virada histórica, derrota Flávio Bolsonaro e garante 4° mandato como presidente do Brasil Mín. 24° Máx. 40°