
A permissão dada aos candidatos recebeu críticas devido a suposta dificuldade de monitoramento do mecanismo. Além disso, a regra poderá favorecer os políticos com mais dinheiro. A informação é do Uol.
O impulsionamento pago será identificado por meio da mensagem "propaganda eleitoral" na publicação. O post deverá conter, também, o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica ou o Cadastro de Pessoa Física (CPF) do responsável pela contratação.
Os conteúdos pagos só poderão ser contratados por candidatos, partidos políticos e coligações. Será proibido que pessoas contratem o serviço. Pessoas físicas estão proibidas de comprar os serviços.
Sites e anúncios publicitários seguem sendo proibidos de veicularem propagandas políticas.
Em nota, a rede social de Mark Zuckerberg informou que "compartilha do objetivo de aumentar a transparência de anúncios, e recentemente divulgamos no exterior medidas concretas para dar mais informação às pessoas sobre os anúncios que elas veem na plataforma. Continuaremos a colaborar com as autoridades eleitorais, respeitando a legislação local aplicável".
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