
Miranda colocou à disposição da lava jato US$ 7,2 milhões repatriados da Suíça e se dispôs não sair do país. O operador confessou os crimes que cometeu e assinou termo de delação premiada.
A lava jato investiga esquema de US$ 825 milhões em contratos da Petrobras que teria beneficiado a cúpula do MDB, qual seja, Eduardo Cunha, Henrique Alves e Michel Temer.
A delação de Miranda, solto hoje, detalha como o acerto de propina foi feito no escritório de Temer em São Paulo.
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