
O prefeito Firmino Filho classificou como uma trama covarde a manobra realizada na Câmara Municipal, que antecipou em mais de um ano a eleição para a mesa diretora e estendeu o mandado de Jeová Alencar (PSDB). A entrevista foi concedida no momento em que ele saía da reunião com secretários e vereadores da base aliada.
O golpe, como ele também rotulou, o obrigou a romper com o PMDB e aumentou as chances de ele ser candidato a governador do Estado. “Tem determinados momentos que a gente precisa refletir bastante. Há um mês, a chance de eu concorrer era de 0,5%, mas agora já passou de dois dígitos”, afirmou.
O tucano avalia que houve uma grande interferência dos poderes estaduais na eleição para a Câmara Municipal, com o objetivo de impedir que ele fosse candidato ao governo do Estado. “Foi uma grande armação. A Câmara foi envolvida numa trama maquiavélica e é essa tentativa de nos encurralar que provoca uma reação”, alegou Firmino.
Para o tucano, houve uma quebra na relação de lealdade. “Foi uma trama covarde ardida pelo PMDB, que teve como consequência a intervenção na independência, na autonomia da Câmara Municipal”, afirmou.
Nesta segunda-feira (20), Firmino iniciou a reforma administrativa, com a exoneração do ex-delegado geral James Guerra e de Ricardo do Rêgo Monteiro, que comandavam, respectivamente, a Fundação Wall Ferraz (FWF) e a Superintendência de Desenvolvimento Rural (SDR). Ambos eram indicados pelo PMDB. Outros gestores também poderão ser trocados após o rompimento.
Deputado Estadual Ao lado do governador, Fábio Xavier participa de solenidade pelos 204 anos da Independência do Piauí
Governador “Foi uma lapada essa eleição”, diz Rafael Fonteles ao comentar vitória de Lula em Teresina
Eleições Lula vence em virada histórica, derrota Flávio Bolsonaro e garante 4° mandato como presidente do Brasil Mín. 24° Máx. 40°