
A federação União Progressista, formada pelos partidos União Brasil (UB) e Progressistas (PP), anunciou oficialmente, nesta terça-feira (02), a retirada das siglas da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O comunicado foi feito em coletiva de imprensa na Câmara Federal, com a presença do presidente do UB, Antônio de Rueda, e do presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira, que divide a co-presidência da federação.
Rueda afirmou que os ministros ligados às duas legendas deverão deixar seus cargos como gesto de coerência política. Ele ainda ressaltou que, em caso de descumprimento da decisão, medidas punitivas serão aplicadas.
“Em caso de descumprimento desta determinação, haverá o afastamento em ato contínuo. Se a permanência persistir, serão adotadas punições disciplinares previstas no estatuto. Esta decisão representa um gesto de clareza e de coerência”, declarou.

Com a saída, a base governista perde apoio de duas das maiores siglas do Congresso, o que pode impactar na articulação política do Palácio do Planalto.
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