
Em 1915, um caso curioso e assustador chocou a pequena comunidade onde vivia Essie Dunbar, nos Estados Unidos. Após sofrer uma grave crise de epilepsia, a jovem foi declarada morta por um médico local. Seu funeral foi realizado no dia seguinte, com caixão fechado e tudo pronto para o sepultamento.
No entanto, a irmã de Essie, que chegou atrasada à cerimônia, pediu para ver o corpo pela última vez. Ao abrirem o caixão, o que era para ser uma despedida, se transformou em pânico: Essie se sentou e sorriu para os presentes, provocando gritos e correria entre os enlutados, que pensaram estar diante de um milagre — ou de algo sobrenatural.

A verdade, porém, era mais simples e assustadora: Essie Dunbar havia sido enterrada viva por engano, vítima de um diagnóstico incorreto. Ela sobreviveu ao episódio e viveu por mais 47 anos, tornando-se um dos casos mais famosos de sepultamento prematuro da história.
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