
A obra da filha de Michel temer é investigada sob a suspeita de lavagem de dinheiro vindo de propina ao presidente, com reformas em casas de familiares e transações mobiliárias para tentar ocultar bens e é investigado desde então.
A filha ainda admitiu em um depoimento que a mulher do coronel João Batista Lima Filho, Maria Rita Fratezi, realizou alguns pagamentos, mas não disse que o recurso tenha vindo de seu pai.
Os delatores apontam o coronel como intermediário do presidente para recebimento de propina. O Jornal Nacional revelou o depoimento e a Folha de São Paulo confirmou a informação.
Um fornecedor da obra de Maristela disse à Folha que recebeu pagamento da mulher do coronel em dinheiro vivo.
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