
Em publicação feita nesta segunda-feira (11/7) nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro (PL) chamou de “vagabundo” o médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, preso em flagrante por estuprar uma grávida durante a cesariana.
Na publicação, o chefe do Executivo federal lamentou que a Constituição brasileira não permita prisão perpétua e defendeu que o médico “apodreça para sempre na cadeia”.
O médico foi preso em flagrante na madrugada desta segunda, no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Giovanni é acusado de estuprar uma grávida durante uma cirurgia cesariana. Ele foi indiciado por estupro de vulnerável, cuja pena varia de 8 a 15 anos de reclusão.



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